O senso numérico não pode ser confundido com contage, que é um atributo exclusivamente humano que necessita de um processo mental. Porém, a partir daí se deu as primeiras observações e necessidades humanas e certamente estimularam as necessidades de registros.
Para registrar o total de objetos era usada a correspondência um a um: uma marca para cada objeto. Que seria por meio de pedras, nós em cordas e marcas em objetos de madeira ou de barro.
Inicialmente o método de registro usado para representação dos números: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 era:
segundo Georges Ifrah, temos dificuldades de contar mais do que quatro elementos. Deve ser devido a esse motivo que esse método de registro foi mudado e representado da seguinte forma:
Certamente, quem já não ouviu ou falou o ditado popular: Um é pouco, dois é muito e três é demais?
Pois bem, O primeiro número inventado foi o 1 e ele significa o homem e sua unicidade, o segundo número o 2, significava a mulher da família, a dualidade e o número 3 significava multidão. Será que tem alguma correspondência? kkk
Outra coisa interessante, e que eu sempre me perguntava era: Sei que cada denominação para os números provém de convensões, mas qual foi a ideia para se criar cada símbolo numérico? Não sei se essa é a resposta mas é bem convincente.
Essa é a representacão primitiva dos algarismos que conhecemos hoje, observe que, cada número era representado (desenhado) de maneira que a quantidade de seus ângulos correspondessem com as quantidades de unidades que os números representavam.

Você Sabia:
Alguns animais também possuem este senso numérico onde reconhecem quantidades concretas que vão de um até três ou quatro unidades.
Existe um exemplo célebre sobre um corvo que tinha capacidade de reconhecer quantidades.
Certa vez, um fazendeiro estava disposto a matar um corvo que fez seu ninho na torre de observação de sua mansão. Por diversas vezes, tentou surpreender o pássaro, mas em vão: à aproximação do homem, o corvo saía do ninho. De uma árvore distante, ele esperava atentamente até que o homem saísse da torre e só então voltava ao ninho. Um dia, o fazendeiro tentou um ardil: dois homem entraram na torre, um ficou dentro e o outro saiu e se afastou. Mas o pássaro não foi enganado: manteve-se afastado até que o outro saísse da torre. A experiência foi repetida nos dias subsequentes com dois, três e quatro homens, ainda sem sucesso. Finalmente, foram utilizados cinco homens como antes, todos entraram na torre e um permaneceu lá dentro enquanto os outros quatro saíam e se afastavam. Desta vez o corvo perdeu a conta. Incpaz de distinguir entre quatro e cinco, voltou imediatamente ao ninho.















